Seminário do CDTS traz Bio-Manguinhos para discutir Gestão de Projetos

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No segundo seminário sobre gestão de projetos quem compartilha experiência é o GEPRO, escritório responsável por gerir projetos de pesquisa, inovação, desenvolvimento tecnológico, além de produção de vacinas, reativos e biofármacos.

No segundo Seminário sobre Gestão de Projetos, organizado pelo CDTS, Luiz Gustavo Raymundo, Assessor da Gerência de Projetos, representa o GEPRO, Escritório de Projeto de Bio-Manguinho, principal produtor de imunizantes do país. Em Bio-Manguinhos, o portfolio de projetos é diversificado e dividido em grupos, por áreas de atuação. As atividades de projetos são integradas à rotina de produção em um ambiente desafiador que traz muita experiência e iniciativas estratégicas. 

Todo projeto tem uma lição ou várias a serem apreendidas. Registramos isso também. Para não cometeremos os mesmos erros e sim, para cometer os mesmos acertos"

O seminário começa com uma breve apresentação sobre como Bio-Manguinhos se estrutura entre rotina, projetos e iniciativas, nas áreas tecnológicas, infraestrutura, desenvolvimento institucional e novos campi. Gustavo fala sobre o organograma e como o Escritório de Projetos começou, como funcionava, e como foi a trajetória para as mudanças quando o escritório passou a reter informação dos projetos e transformar em relatórios que, até hoje são cruciais nas tomadas de decisões da diretoria.

O convidado conta que, em 2018 foram intensificados os treinamentos, inclusive online e explica como três indicadores que norteiam as resoluções durante o ano em todas as escolhas em equipe.  E, explica sobre Bio-Manguinhos ter uma operação diferente da usual de outras empresas de grande porte. O passo-a-passo da triagem de projetos, do essencial e dos padrões de apoio e controle até a entrega dos projetos. E elucida que as prioridades são muito bem definidas: “Não podemos impactar uma vacina de Febra Amarela em detrimento a algum projeto, por exemplo. Nossas prioridades são respeitadas e vão desde o que chamamos de ‘rotina’, que é nossa maior responsabilidade, à iniciativas estratégicas, que é aonde nos arriscamos.”, explica o Assessor.

No fim do seminário, como de costume, o convidado responde as perguntas dos espectadores. São atendidas dúvidas sobre execução, monitoramento e controle. Assim como sobre cronograma e plano de ação, relatório mensal e encerramento de projetos. “Todo projeto tem uma lição ou várias a serem apreendidas. Registramos isso também. Para não cometeremos os mesmos erros e sim, para cometer os mesmos acertos.”, ilustra Gustavo. 

Veja abaixo a cobertura completa em vídeo.

Por Gardênia Vargas
Equipe de Comunicação do CDTS

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